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Luz na passarela29/07/2016 | 08h04Atualizada em 29/07/2016 | 10h06

Seis candidatas disputam o concurso Miss Florianópolis nesta sexta-feira

Conheça as postulantes ao cargo de manezinha mais bonita

Seis candidatas disputam o concurso Miss Florianópolis nesta sexta-feira Leo Munhoz/Agencia RBS
Foto: Leo Munhoz / Agencia RBS

Elas têm entre 22 e 26 anos, moram em Florianópolis, são altas, esbeltas e belas. Não são casadas nem têm filhos. Todas se interessaram pelo mundo da moda na adolescência, seja por influência da mãe, da avó ou através de agentes que as encontraram por aí. 

Começaram como modelos, fizeram desfiles perto e longe de casa, estudaram, e correram atrás de um sonho que vai se materializar para apenas uma delas na noite desta sexta-feira: ser coroada Miss Florianópolis 2016.

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O evento, que terá início a partir das 19h no Teatro da União Beneficente Recreativa Operária (Ubro), na escadaria da Rua Pedro Soares, no Centro, irá eleger aquela que melhor representará a cidade no Concurso Miss Santa Catarina 2016. 

Desenvoltura e a comunicabilidade, a beleza física e a beleza plástica serão itens avaliados nas candidatas, que desfilarão em traje de gala completo, com vestido longo, sapatos e acessórios, e em traje de banho, com o bom e velho biquíni.
E a tarefa dos 15 jurados será ingrata, destaca Caio Cavichiolli, coordenador do Miss Florianópolis e o responsável por descobrir algumas das mulheres que estarão na passarela.

— Este ano, com essas seis concorrentes, não dá para dizer quem vai vencer. São belezas diferentes, meninas completas, todas são favoritas — observa. 

O regulamento do Miss Florianópolis, a exemplo do estabelecido nos concursos Miss Santa Catarina e Miss Brasil, segue rigorosos critérios de participação, o que impediu muitas mulheres de participarem. 

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Tatuagens, por exemplo, só são permitidas na nuca, no punho ou no tornozelo, e mesmo assim só depois de a Comissão Organizadora aprovar. Elas também não podem ser mães nem casadas.

— Para participar, as candidatas devem ter no mínimo 18 e no máximo 26 anos, ambos completados até 1º de fevereiro. Além disso, é preciso ter pelo menos 1,68 de altura, ensino superior completo ou em andamento, e ser residente do município há pelo menos um ano — explica Caio.

Nesta quinta-feira, no último ensaio das candidatas, a modelo Nayara Silveira, 26 anos, vencedora do Miss Florianópolis 2015, passou pelo Teatro da Ubro para conferir os preparativos para mais uma edição do evento, que acontece há mais de 50 anos na cidade. Ao final da noite desta sexta, Nayara coroará a nova representante da beleza florianopolitana. A dica dela é simples.

— Respirem fundo e entrem na passarela com calma, o que tinha de ser feito, já foi. Agora é só brilhar.

As candidatas

Eduarda Vianna Faria

Foto: Leo Munhoz / Agencia RBS

Aos 23 anos, a curitibana Eduarda Vianna Faria veio para Florianópolis com 15 anos. Ficou aqui até os 21, quando retornou a capital paranaense para estudar Direito. Não gostou do curso, e já não curtia tanto a cidade. Voltou pra morar na Vargem Pequena, e pretende cursar Psicologia na UFSC. A carreira de modelo começou na Ford Models, de Curitiba, onde participou de comerciais e campanhas fotográficas. O sonho de ser miss é antigo, a paixão por Florianópolis, também.

— Nasci em Curitiba, mas me identifico demais com Florianópolis — conta a morena, que tem na família um histórico de miss: a avó foi Miss Engenharia na Federal do Paraná, em 1957.

Gabriela Trombetta

Foto: Leo Munhoz / Agencia RBS

Manezinha da Ilha, nascida e criada no centro, a design de moda Gabriela Trombetta, 22 anos, teve o incentivo da mãe quando deu os primeiros passos no mundo da moda.

— Ela me achava muito bonita e pensava que eu tinha algo pra mostrar — recorda. A carreira começou aos 14 anos, com trabalhos em Florianópolis e no Sul do Estado. Seu forte sempre foram os desfiles. O interesse pelo universo das misses veio na esteira da faculdade de moda, onde, acredita, vai evoluir e agregar novos conhecimentos tanto nas passarelas como nos ateliês .

— Como sou formada em moda, e a rotina das misses é diferente das modelos, penso que tudo isso vai contribuir para o meu crescimento profissional e pessoal.

Jacqueline Costa

Foto: Leo Munhoz / Agencia RBS

Também mané da Ilha, a comissária de bordo Jacqueline Costa, 26 anos, se mudou para Angelina, na Grande Florianópolis, com sete anos. Aos 17, voltou. Antes, com 14, deu os primeiros passos na carreira, em concursos de beleza na pequena cidade de pouco mais de 5 mil habitantes. O recomeço na Capital foi marcado pelo início do curso para ser comissária de bordo, profissão pela qual já viajou pelo mundo. Com a idade próxima de estourar o limite do concurso, e ciente de que esta é sua última chance de ser miss na cidade natal, Jacqueline resolveu tentar.

— Muito do que precisa no concurso, eu também preciso mostrar no trabalho, como elegância, postura e simpatia — destaca a jovem que mora na Costeira. 

Juliana Policastro 

Foto: Leo Munhoz / Agencia RBS

Com 1,80, Juliana Policastro, 25 anos, teve na altura a porta de entrada para as passarelas. Estudante de Psicologia, foi na Ford Models de Florianópolis, sua cidade natal, que deu os primeiros passos na carreira, aos 14 anos.

— Trabalhei até os 16, 17 anos em passarelas. Mas aos 22, passei a me dedicar mais aos concursos de beleza e a vida de miss — conta Juliana, que foi primeira princesa da Fenaostra 2015 e 6° colocada no Miss Global City, concurso de beleza com meninas de mais de 70 países, na China. Moradora do Centro, se orgulha dos 15 dias em que ficou ¿sozinha¿ do outro lado do mundo.

— Hoje estou aqui para realizar meu maior sonho, que é participar do Miss Florianópolis, a minha cidade.

Karoline Machado Rodrigues 

Foto: Leo Munhoz / Agencia RBS

De 25 anos, ela começou a carreira em Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul, com participações em desfiles e concursos de beleza. Em 2009, a família se mudou para o Campeche, Sul da Ilha. Logo ao chegar, deu início ao curso de Psicologia na Estácio de Sá, mesma universidade de Juliana. No fim de 2015 foi convidada para entrar na Agência Mega Models, e desde então tem feito trabalhos constantes, até surgir a oportunidade de participar do Miss Florianópolis 2016, depois de um convite do coordenador do Miss Santa Catarina.

— Não sonhava em ser modelo nem miss, mas pessoas de fora me incentivaram e aqui estou — comemora a representante do Sul da Ilha.

Carolina Schuler 

Foto: Leo Munhoz / Agencia RBS

Há 17 anos, a família de Carolina Schuler saiu de Guaíba, no Rio Grande do Sul, para viver em Florianópolis. Aos 24 anos, mora nos Ingleses, e começou a carreira em 2008, ao participar do Garota Verão. Foi até a semifinal, e depois deu um tempo das passarelas. Ela cursa Secretariado Executivo na UFSC, e também Segurança do Trabalho no IFSC. Com a rotina corrida, espera o resultado do concurso para ver que rumo tomar. Em 2009, participou de um desfile na Unisul, no qual foi convidada para participar de um concurso internacional em Nova Iorque.

— Participei do Miss Brasil/USA, venci seletivas em São Paulo e Nova Jersey, e fiquei entre as 15 finalistas em Nova Iorque.

 
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