Dascuia encerra desfile do Carnaval 2017 com cinema e mistérios da Ilha - Hora

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Carnaval 201726/02/2017 | 07h17Atualizada em 26/02/2017 | 19h00

Dascuia encerra desfile do Carnaval 2017 com cinema e mistérios da Ilha

Porta-bandeira desmaiou no início do desfile e deixou o clima mais inseguro para a agremiação do morro do Céu

Dascuia encerra desfile do Carnaval 2017 com cinema e mistérios da Ilha Cristiano Estrela/Agencia RBS
Foto: Cristiano Estrela / Agencia RBS

A escola de samba do "seu" Dascuia, do Morro do Céu, foi a última a entrar na passarela da Nego Quirido. A agremiação, conhecida por ser familiar, levou mais de 1,5 mil componentes para a avenida com o samba-enredo "Preço da Ilusão: um enigma da Ilha das Bruxas", que fala sobre o primeiro filme longa-metragem catarinense, rodado em 1957, em Florianópolis. Na passarela, pudemos sentir um pouco da magia do cinema, misturada às tradições manezinhas.

A Dascuia levou para a Nego Quirido toda a polêmica que envolveu o longa catarinense: desde a captação de recursos, na forma de "sócios do filme"; a demora das filmagens;  falta de alimentação do elenco; brigas entre a equipe; e o fiasco quando o filme foi lançado. 

Os personagens principais da história, Maria da Graça – uma jovem que sonhava ganhar um concurso de miss – e de Maninho, um rapaz pobre que precisava de dinheiro para construir um boi de mamão, também foram lembrados, e em forma de destaque: na passarela, eles foram representados pelo casal de cidadã e cidadão do samba.

A primeira porta-bandeira, Teca, passou mal e desmaiou durante o desfile. Ela precisou ser retirada da passarela para ser atendida e foi aplaudida pelo público, que compreendeu o esforço da sambista. O mestre-sala, Wallace, estava desolado. O carnavalesco Paulinho Trindade também demonstrava preocupação ao longo do desfile.

— Estamos confiantes, apesar de que podemos perder pontos-lamentou a musa das passistas e musa da Hora, Eliane Lopes.

Já os membros da bateria vieram fantasiados de diretores de cinema e rainha veio de estrela: representou, com samba no pé, todo o glamour de uma atriz principal.

Esta é a terceira vez que a agremiação, fundada em 2004, desfila no Grupo Especial do Carnaval de Floripa. O presidente, Altamiro José dos Anjos Júnior, já disse que o pavilhão tem interesse em sempre trazer temas da comunidade catarinense para os desfiles. Neste ano, não foi diferente com a Ilha da Magia representada.

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