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Opinião18/04/2018 | 22h38Atualizada em 18/04/2018 | 22h38

Paixão Azurra: arbitragem foi decisiva na eliminação do Avaí

Colunista Vinícius Bello opina diariamente sobre os assuntos do Leão da Ilha

Paixão Azurra: arbitragem foi decisiva na eliminação do Avaí André Costa/O Popular
Foto: André Costa / O Popular
Vinícius Bello
Vinícius Bello

azurra@somosnsc.com.br

Estamos eliminados da Copa do Brasil. Nos dois jogos atuamos mal, com falhas ofensivas e defensivas, mostrando pouca ou quase nenhuma evolução depois de praticamente duas semanas de preparação para esse confronto. Largamos o Campeonato Catarinense e focamos no Goiás, e o resultado foi terrível, desastroso. Mas é preciso frisar a atuação decisiva da arbitragem nos dois confrontos, tendo muita relação também com a forma que a equipe tradicionalmente atua.

No primeiro jogo, um gol anulado que ninguém ainda sabe o porquê, gol que deixaria o Avaí na sua zona de conforto. Ontem, mesmo fazendo um primeiro tempo ruim, um pênalti absolutamente inexistente foi marcado. Novamente o árbitro altera o rumo do jogo e força o Avaí a ter que buscar o resultado, notadamente a circunstância em que o time tem mais dificuldade.

Escolhas erradas

Comentei nas últimas colunas que o Avaí precisaria de mais velocidade na frente para surpreender o adversário. Claudinei optou por Moritz e Beltrán, com um time estático, incapaz de criar um contra-ataque sequer. Luanzinho e Rodrigão, que apesar de fisicamente pesado tem mais recursos técnicos, seriam opções melhores. No decorrer do jogo errou novamente. A saída de Romulo para entrada de Getúlio, com um jogador a mais, não fez o menor sentido. Infelizmente Claudinei não vem se ajudando e se complica bastante.

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