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Opinião15/08/2018 | 06h44Atualizada em 15/08/2018 | 06h44

Paixão Azurra: Avaí e a velha máxima do futebol

Colunista Vinícius Bello opina diariamente sobre os assuntos do Leão da Ilha

Paixão Azurra: Avaí e a velha máxima do futebol Carlos Insaurriaga/GEB
Foto: Carlos Insaurriaga / GEB
Vinícius Bello
Vinícius Bello

azurra@somosnsc.com.br

Você conhece aquela máxima que diz que quem não faz, leva? Ou aquela profetizada por Muricy Ramalho, que diz que a bola pune? Pois é, foi exatamente o que ocorreu ontem em Pelotas. No primeiro tempo, um roteiro quase perfeito para o Avaí. Melhor em campo, superior tecnicamente, não tivemos dificuldade para fazer 1 a 0, e a expulsão de Pereira deu todas as condições de vitória ao Avaí. 

Porém, um segundo tempo vergonhoso com um a mais e tomando sufoco, já dava a impressão de que algo ruim estava por vir. Em um contra-ataque, Lourenço saiu na cara do goleiro e perdeu o gol da vitória azurra. No lance seguinte, na única jogada ofensiva do Brasil – a bola aérea – sofremos o empate. Resultado, pelas circunstâncias, desastroso.

Atuações

Geninho surpreendeu momentos antes da partida e, acertadamente, retomou o esquema 3-4-3 com Luan na defesa. Apesar de arriscado, não dá para criticar a estratégia, que, taticamente, deu muito certo. O Avaí foi imensamente superior e a vitória parecia natural. Com todas as circunstâncias favoráveis, porém, o Leão não soube aproveitar as inúmeras chances no segundo tempo. Especialmente Lourenço, que teve a bola do jogo. O time Xavante chegou ao empate na única jogada que tinha, e o Avaí cansou de errar no posicionamento. Resultado horrível para a nossa equipe.

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