Paixão Azurra: a epopeia azul e branca na Ressacada na volta à Série A - Avaí - Esportes - Hora

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Opinião26/11/2018 | 06h40Atualizada em 26/11/2018 | 06h40

Paixão Azurra: a epopeia azul e branca na Ressacada na volta à Série A

Colunista Vinícius Bello opina diariamente sobre os assuntos do Leão da Ilha

Paixão Azurra: a epopeia azul e branca na Ressacada na volta à Série A Marco Favero/Diário Catarinense
Foto: Marco Favero / Diário Catarinense
Vinícius Bello
Vinícius Bello

azurra@somosnsc.com.br

Um dia para ficar eternizado na memória do torcedor avaiano. Depois de muita luta, lágrimas, oscilação e sofrimento, chegou a hora da glória, do triunfo, da alegria da maior torcida de Santa Catarina. E foi exatamente do jeito Avaí de ser: suado, sofrido, batalhado. Seguramos o empate em 0 a 0 contra o embalado time da Ponte Preta e estamos de volta à Série A do Campeonato Brasileiro.

Dia histórico

Quando chegou o fatídico sábado, após um semana que parecia uma eternidade, desde cedo a torcida azurra lotou os arredores da Ressacada. A equipe foi recepcionada por um mar azul, em uma festa impressionante, do tamanho da partida. 

Com a entrada dos times em campo, uma chuva torrencial profetizou que era o dia do torcedor lavar a alma. Apreensão constante durante o jogo com Rubinho no gol, totalmente sem ritmo. E segue sem ritmo, pois foi praticamente um privilegiado espectador de dentro do campo. Uma atuação monstruosa da defesa avaiana, com os dois zagueiros em dia inspiradíssimo, a Ponte não conseguiu criar quase nada. Quase.

Isso porque, tratando-se de Avaí, precisava um componente de sofrimento. Após Rodrigão perder a chance de fazer o gol do acesso, a Ponte criou a grande oportunidade aos 49 minutos do segundo tempo. Em um lançamento nas costas de João Paulo, a bola sobrou dentro da área para Vitinho, mas o xerifão Betão salvou o Avaí mais uma vez, coroando uma atuação brilhante e carimbando o retorno à Série A. Após o apito final, uma invasão de alegria no gramado e, pacificamente, fizemos a festa também dentro de campo. Para fechar, como de costume, a torcida azurra lotou a região do Koxixo’s para celebrar a conquista, que seguiu durante toda a noite. Um dia daqueles para ficar na história. Agora é planejar seriamente a próxima temporada para encerrarmos o sobe e desce que vivemos desde 2014.

Obrigado, Marquinhos!

O acesso sacramentou também a carreira do maior ídolo da história do Avaí. Marquinhos é a personificação do Leão, e somos privilegiados por acompanharmos a carreira de M10 e tudo que ele representou e seguirá representando para o Avaí. Em mais uma demonstração enorme de grandeza, mesmo em sua despedida, ficou no banco de reservas, colocando sempre o Avaí em primeiro lugar, como foi durante todo o ano. Obviamente, Marquinhos merece uma coluna especial e exclusiva para homenageá-lo, e será assim amanhã.

O profeta

O retorno do Avaí à Série A consagrou um profeta na cidade. Eduardo Bauermann, zagueiro do vizinho, viu sua profecia de que disputávamos campeonatos diferentes se concretizar, com eles permanecendo na Série B (por pouco não pagam a Série C que devem), e o maior clube do Estado retornando para a elite. Na comemoração do Leão teve pizza e parabéns pra você, afinal, quem ri por último ri melhor! Ano que vem, a Série C não escapa!

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