Rodrigo Faraco: as dificuldades de Figueirense e Chapecoense com a criação do G-6 - Figueirense - Esportes - Hora

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Hora errada04/10/2016 | 11h26Atualizada em 04/10/2016 | 11h26

Rodrigo Faraco: as dificuldades de Figueirense e Chapecoense com a criação do G-6

Times de Santa Catarina vão enfrentar adversários ainda mais motivados

Rodrigo Faraco: as dificuldades de Figueirense e Chapecoense com a criação do G-6 Charles Guerra/Agencia RBS
Foto: Charles Guerra / Agencia RBS

Para o Figueirense pode ser um desafio ainda maior permanecer. Os jogos ficaram mais complicados, com adversários inspirados pelo G-6. Mas a Chapecoense pode entrar na briga pela Libertadores. Tivesse vencido o Vitória, no sábado, já estaria nesta briga. Não é tão simples como se possa imaginar.

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Basta lembrar que nos pontos corridos as melhores campanhas de catarinenses foram do Figueira, duas vezes sétimo, em 2006 e em 2011, e a melhor do Avaí, em 2009, o sexto lugar. Mas mesmo antes de qualquer ambição, é bom colocar o primeiro objetivo em dia. Ainda faltam pontos para garantir a permanência.

Tudo muda na reta final

Não sou contra o aumento de datas da Libertadores, nem mesmo contra o aumento de vagas, mas mudar todo um cenário influenciando diretamente no campeonato brasileiro há 10 rodadas do final é um erro grave. A extinção do famoso, batido, e desejado G-4 para um largo, opulento e não menos cobiçado G-6, mexe com as estruturas do Brasileirão no momento da reta final.

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O Figueirense, por exemplo, passa a ter adversários ainda mais duros, animados com a possibilidade de chegar ao novo G-6 estabelecido. Grêmio, Corinthians, Botafogo, Fluminense e até a Chapecoense passam a ter um estímulo a mais para a vitória. Não é que estivesse esperando adversários sem vontade de jogar, mas a ambição muda, o foco e a dedicação também.

É só ver as manchetes relacionadas a estes clubes, logo após a confirmação das mudanças. O correto seria planejar as mudanças, anunciá-las todas, ainda faltam definições importantes como a participação dos times mexicanos e o formato da final, para que entrassem em vigor a partir de 2018 e não 2017.

 
 
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