Rodrigo Faraco: valores e bastidores das negociações dos clubes de SC com a Globosat e a Turner - Esportes - Hora de Santa Catarina

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É quente!25/03/2016 | 07h30Atualizada em 25/03/2016 | 07h30

Rodrigo Faraco: valores e bastidores das negociações dos clubes de SC com a Globosat e a Turner

Colunista traz informações sobre os acordos dos times do Estado com a TV fechada

Rodrigo Faraco: valores e bastidores das negociações dos clubes de SC com a Globosat e a Turner Charles Guerra/Agencia RBS
Foto: Charles Guerra / Agencia RBS

O momento atual é decisivo nas negociações dos contratos de TV fechada com os clubes para o período que segue após 2019. Há uma disputa clara, uma concorrência, entre a Globosat, que transmite os jogos no Sportv, e o grupo americano Turner, que recentemente comprou o canal Esporte Interativo. A concorrência tem sido saudável para os clubes, apesar de uma disputa forte, com bastidores fortes também, entre os dois grupos e canais. É algo que está repercutindo no futebol catarinense também.

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Passei a semana apurando detalhes das negociações e obtive alguns números e bastidores sobre as escolhas dos cinco grandes de Santa Catarina. E posso afirmar que aqui no estado o ¿placar¿ deve ficar Grupo Turner 3, Globosat 2. Os acertos oficiais são somente dois. O Joinville já anunciou que fechou com o Esporte Interativo e o Avaí divulgou nota sobre a assinatura com a Globosat/Sportv. Criciúma e Figueirense também já estão encaminhados com o Esporte Interativo, apesar de ainda não ser oficial. Já a Chapecoense vai anunciar acordo com a Globosat, que foi firmado na última quarta-feira.

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Pagamento de luvas é o diferencial

A entrada do Esporte Interativo trouxe para a negociação um atrativo a mais: o pagamento de luvas, como bonificação aos clubes, pelo acordo fechado. Aliás, são as luvas que estão fazendo a diferença neste momento, pois os valores de contrato têm sido praticamente os mesmos – algo em torno de R$ 10 milhões por ano de Série A, a partir de 2019, o que é um acréscimo considerável, pois o contrato de TV fechada estava pagando R$ 1,5 milhão no último ano. Lembrando que aqui não está se referindo aos contratos de TV aberta, que tem valores bem superiores e geralmente são os mais badalados e discutidos.

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Mas voltando às luvas, a bonificação pela assinatura com a TV fechada está sendo paga agora, pela Globosat e pelo Esporte Interativo, e vai entrar direto no caixa dos clubes, como um dinheiro a mais para esta temporada. Não se trata de adiantamento. É realmente bonificação!

Valores

Entre os que estão fechando com o Esporte Interativo, Criciúma e Joinville, vão receber luvas de R$ 3 milhões. Já o Figueirense, no que está negociado com o EI, vai ter luvas de R$ 6 milhões. A diferenciação se deve ao fato de que o alvinegro tem frequência muito maior em relação aos outros dois na Série A nos últimos 15 anos. O Figueirense jogou a A em 11 oportunidades. O Criciúma jogou cinco vezes a elite, enquanto que o JEC esteve no ano passado somente. Esta diferenciação ao Figueirense, pesou para que a Chapecoense encaminhar o acerto com a Globosat.

O valor das luvas da Chape com a Globosat deve ficar perto de R$ 7 milhões. Já o Avaí decidiu fechar com a Globosat por uma questão de fidelidade ao contrato atual e vislumbrando melhoras no seu outro contrato, o de TV aberta com a Globo. Mas o Avaí foi o catarinense que negociou luvas menores – R$ 2 milhões.        

 

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