Rodrigo Faraco: Figueirense acerta na mobilização, mas erra no marketing com o pacto - Esportes - Hora de Santa Catarina

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Dois lados08/10/2016 | 12h07Atualizada em 08/10/2016 | 12h07

Rodrigo Faraco: Figueirense acerta na mobilização, mas erra no marketing com o pacto

Mobilização para o momento é necessária, mas os jogadores precisam fazer a sua obrigação

Rodrigo Faraco: Figueirense acerta na mobilização, mas erra no marketing com o pacto Charles Guerra/Agencia RBS
Foto: Charles Guerra / Agencia RBS

A Campanha de mobilização é muito necessária e nisto está certa a diretoria do Figueirense. É preciso fazer o que está ao alcance para mobilizar torcida e o clube para escapar do rebaixamento, como o Internacional está fazendo em Porto Alegre. Só não concordei com o documento que foi produzido com as assinaturas dos jogadores.

Aquele compromisso assinado ali já deve ser o compromisso diário do grupo de atletas, afinal eles têm que defender as cores do Figueirense com todas as forças mesmo. É a camisa que vestem, o escudo que representam e o contrato que assinaram. Só que o documento exposto na sexta-feira não garante absolutamente nada e ainda vira munição para os adversários. O clube acertou na mobilização, mas errou na peça de marketing.

Um jogo para uma temporada

O Figueirense não pode nem pensar em não vencer o Botafogo neste domingo. Vale muito em 2016, mas para projetar 2017. Não vencer o jogo coloca o time em extrema dificuldade, com uma sequência seguinte que tem Coritiba, no Paraná, o líder Palmeiras, em casa, e o terceiro lugar atual, o Atlético-MG, fora de casa. Se fizer os três pontos neste domingo, o Figueirense alivia a tensão e a obrigação para estes jogos complicados. A partida contra o Botafogo é a mais importante dos últimos tempos e tem que ser entendida assim.

 
 
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