Porta-voz da LaMia admite que aeronave trabalhava no limite de sua capacidade de combustível - Esportes - Hora de Santa Catarina

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Enviado especial30/11/2016 | 03h14Atualizada em 30/11/2016 | 05h50

Porta-voz da LaMia admite que aeronave trabalhava no limite de sua capacidade de combustível

Representante da companhia acrescenta, porém, que aeronave tinha "dispositivos para ampliar autonomia"

Porta-voz da LaMia admite que aeronave trabalhava no limite de sua capacidade de combustível Diorgenes Pandini/Agência RBS
Mário Pacheco conversou com a imprensa em Medellín Foto: Diorgenes Pandini / Agência RBS

O porta-voz da LaMia, companhia do avião fretado que levava a comitiva da Chapecoense, Mário Pacheco, atendeu a imprensa às 23h desta terça-feira de Medellín (3h de Brasília). Ele admitiu que a aeronave trabalhava no limite de sua capacidade de combustível.

— Tinha dispositivos para ampliar autonomia, dependendo do plano de voo — tentou minimizar.


O representante da empresa se mostrou confuso quanto à possibilidade de erro.

— Falha humana não houve, mas pode ter havido erro e as investigações é que vão mostrar.

Quando perguntado se havia vento contrário ou foi anunciada pane elétrica, preferiu não se manifestar, aguardando resultado da análise das caixas-pretas do avião fabricado em 1999.

* Enviado especial a Medellín

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