Presidente do Grêmio Cachoeira diz que vaga à final foi "tirada no tapetão"  - Esportes - Hora de Santa Catarina

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AMADOR DE FLORIANÓPOLIS18/11/2016 | 17h42Atualizada em 18/11/2016 | 17h42

Presidente do Grêmio Cachoeira diz que vaga à final foi "tirada no tapetão" 

Time do norte da Ilha, eliminado por ter escalado jogador irregular, vai recorrer da eliminação, e decisão não tem data para acontecer 

Presidente do Grêmio Cachoeira diz que vaga à final foi "tirada no tapetão"  Ricardo Moura/GEC
Grêmio empatou com Náutico e venceu nas penalidades Foto: Ricardo Moura / GEC

— Eu vou até o STJD se for o caso — promete Cristiano Valmir da Silva, o presidente do Grêmio Cachoeira, falando sobre a eliminação do time para as finais do futebol amador de Florianópolis por conta da escalação de um jogador irregular.

O clube vai entrar com recurso na próxima segunda-feira (21) na Federação Catarinense de Futebol, em Balenário Camboriú. Na quarta, a Liga desclassificou o time por ter escalado o zagueiro Natan, de 22 anos, na semifinal contra o Náutico, quando o Grêmio acabou ficando com a vaga nos pênaltis. Com isso, as finais devem ser entre Náutico e Atlético Catarinense. Só que por conta da possibilidade de recursos, os jogos não tem datas para acontecer.

Para Cristiano, o erro foi por parte da Liga.

— A gente tem provas robustas, uma listagem prints do site da Liga do sistema fora do ar, e era para a gente buscar ali a relação de penalidades. Não recebemos e-mail citando o atleta Natan. É tapetão com certeza. Se o erro partisse de mim, eu pediria desculpas, mas eu acho que está acontecendo de má-fé — protesta o dirigente.

O presidente da Liga, Manoel de Paula Machado, o Dequinha, acredita que se o Grêmio Cachoeira entrar com recurso no Superior Tribunal de Justiça Desportiva, é possível que a decisão só aconteça em 2017. Sobre o suposto erro da Liga, Dequinha desafia:

— Ele que prove isso na Justiça! Ele não provou da primeira vez, então não adianta espernear. Mas é um direito dele (recorrer) — declara.

    O diretor de futebol do Náutico, Fernando Lemos, afirma que o time é apenas o terceiro interessado e que não foi quem fez a denúncia do jogador irregular, mas a própria Liga.

    — É direito do Náutico disputar essa final. O pessoal que fala de tapetão, isso é se acontece uma virada de mesa sem razão. Se o atleta está suspenso ele não pode jogar, o outro time fica com os pontos. Está no Código Brasileiro de Justiça Desportiva. Eles podem recorrer em qualquer lugar do mundo que não vão ganhar nunca — afirma Fernando Lemos, o Borússia.

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