Rodrigo Faraco: Wilfredo Brillinger solta o verbo sobre jogadores que passaram pelo Figueirense em 2016 - Esportes - Hora de Santa Catarina

Polêmica26/12/2016 | 08h45Atualizada em 26/12/2016 | 08h45

Rodrigo Faraco: Wilfredo Brillinger solta o verbo sobre jogadores que passaram pelo Figueirense em 2016

Presidente alvinegro também disse que não há salários atrasados, mas empresário de Elicarlos diz o contrário

Rodrigo Faraco: Wilfredo Brillinger solta o verbo sobre jogadores que passaram pelo Figueirense em 2016 Cristiano Estrela/Agencia RBS
Foto: Cristiano Estrela / Agencia RBS

Repercutiu bastante nos sites dos principais portais de comunicação a entrevista do presidente do Figueirense, Wilfredo Brillinger, ao Debate Diário, da última sexta-feira. O presidente detonou alguns atletas do grupo de 2016 que, segundo ele, "vieram só para passear em Florianópolis".

A forma pode não ter sido a mais correta, mas a verdade foi mesmo esta. Muitos atletas fundamentais não estavam no Figueirense com o foco no futebol. Entre eles, Rafael Moura, Lins, Dodô e Carlos Alberto — todos importantes e que ficaram muito aquém daquilo que se esperava deles.

Só que isto não retira da diretoria a responsabilidade, pois a montagem de grupo consiste em contratar talentos, mas também contratar atletas que sejam profissionais e estejam comprometidos com o projeto do clube. Ao que parece, mais uma vez, houve um deslumbramento por nomes conhecidos, e uma das partes importantes da montagem ficou em segundo, talvez até em terceiro plano. Não tinha como dar certo.

Atrasados ou não

Outra declaração dada pelo presidente Wilfredo foi sobre salários. "Rigorosamente em dia" foi a expressão utilizada por ele no Debate. Só que no mesmo dia, o empresário do volante Elicarlos reclamou de atrasos numa entrevista na CBN Diário ao repórter Janniter de Cordes.

Durante o final de semana apurei que existem jogadores realmente com pendências. Pagamentos de direitos de imagem do último mês e 13º salário estariam pendentes para alguns atletas. A diretoria pode até ter deixado para acertar estes valores nas rescisões contratuais, só que assim não pode usar o termo "rigorosamente em dia".

Aliás, se vai haver superávit de R$3 a R$5 milhões, não há porque atrasar nada pra ninguém. Com a palavra a diretoria, que não deu sua versão ao repórter Janniter de Cordes na tarde de sexta.

Leia mais informações de esporte na coluna do Faraco na Hora SC


 
 
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