Rodrigo Faraco: eliminação não pode passar em branco e a cobrança sobre Marquinhos - Esportes - Hora de Santa Catarina

Opinião03/03/2017 | 09h38Atualizada em 03/03/2017 | 09h38

Rodrigo Faraco: eliminação não pode passar em branco e a cobrança sobre Marquinhos

Colunista da Hora fala sobre a saída do Avaí da Copa do Brasil

Rodrigo Faraco: eliminação não pode passar em branco e a cobrança sobre Marquinhos Charles Guerra/Agencia RBS
Foto: Charles Guerra / Agencia RBS

A eliminação do Avaí na Copa do Brasil tem que ser analisada, entendida, assimilada e, principalmente, cobrada. É isto mesmo! Mesmo com o bom momento do time e do clube, é preciso cobrar da comissão técnica e dos jogadores esta eliminação. O Avaí não poderia cair numa segunda fase da competição, ainda mais jogando em casa e com mais time que o adversário. É assim que se faz uma equipe vencedora, com cobranças. As derrotas não podem ser aceitas.

É um momento importante porque desde a chegada do técnico Claudinei Oliveira o Leão teve um revés. A resposta vai vir com a retomada dos jogos no segundo turno do Catarinense. Como vai ressurgir depois desta eliminação, que gera desconfiança, é o que precisa ser observado. O grupo tem que dar a resposta.

Cobrança maior sempre sobre M10

A cobrança maior nas redes sociais recaiu sobre Marquinhos. É sempre assim, para o bem ou para o mal. E Marquinhos já está acostumado, já falou em várias entrevistas que sabe disto. M10 não jogou bem contra o Luverdense e ainda perdeu o pênalti. Teve que ouvir as cobranças, mas tenho certeza que ele é o primeiro a se cobrar. Acontece que Marquinhos, mesmo com todas as dificuldades de mobilidade, ainda é importante para o Avaí. É o único jogador que tem o passe, a bola parada, e a inteligência de organizar o jogo.

O Leão com ele ganha sentido de organização. Ao mesmo tempo, quando ele está em campo, é preciso uma dedicação maior do time – os outros jogadores de frente – na recomposição. É uma escolha, que acho correta: ter Marquinhos no time e fazer outros correrem por ele. Mas pensando em Série A, M10 vai ter que aprimorar cada vez mais o jogo com passes de primeira ou em dois toques – fazer a bola andar rápido, sem dar tempo aos marcadores, com sua visão e qualidade de passe.

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