Paixão Azurra: até que ponto a rivalidade faz bem para a dupla da Capital? - Esportes - Hora de Santa Catarina

Versão mobile

Opinião06/12/2017 | 04h12Atualizada em 06/12/2017 | 04h12

Paixão Azurra: até que ponto a rivalidade faz bem para a dupla da Capital?

É preciso que cada torcedor entenda que tem que cobrar competência do seu clube, e não do rival

Paixão Azurra: até que ponto a rivalidade faz bem para a dupla da Capital? Felipe Carneiro/Agencia RBS
Foto: Felipe Carneiro / Agencia RBS

Tenho acompanhado torcedores em redes sociais e uma dúvida me intrigou: até que ponto a rivalidade acirrada entre Avaí e Figueirense tem feito bem aos clubes? Adoro ter um rival e rechaço a ideia de que os clubes se juntem, mas o que tenho visto é uma constante justificativa dos torcedores, que escondem os fracassos do seu time citando os do rival. Há quantos anos nenhum dos clubes sabe o que é enfrentar uma Série A sem lutar para não cair?

Fala muito

Nos últimos meses, vejo o torcedor do Avaí dizendo que o seu rival foi arrendado e que lutou pra não cair para a Série C – o que não é mentira – muito mais do que preocupado com a sua luta pela permanência. Do lado de lá, torcedores dizendo que a gente ia cair – foi por pouco, mas também não erraram – e esquecendo de todos os problemas que tiveram em 2017. Enquanto isso, a antes inexpressiva Chapecoense, sem um rival para chamar de seu, vai para a sua segunda Libertadores.

Queda

O fato é que ambos clubes vêm decaindo. Apenas pela segunda vez nos últimos 17 anos Florianópolis não terá um representante na Série A. E, pela primeira vez nesse período, correu sério risco de ter um na Série C. Deixando a rivalidade um pouco de lado, é preciso que cada torcedor entenda que tem que cobrar competência do seu clube, e não do rival.

Confira a tabela da Série A
Leia outras matérias sobre o Avaí
Fique ligado nas colunas anteriores da Paixão Azurra   


 
Hora de Santa Catarina
Busca