Líder de quadrilha especializada em roubo de cargas no Rio Grande do Sul é preso em Santa Catarina - Geral - Hora de Santa Catarina

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Detido em Campeche15/10/2016 | 11h14Atualizada em 15/10/2016 | 12h06

Líder de quadrilha especializada em roubo de cargas no Rio Grande do Sul é preso em Santa Catarina

Grupo criminoso trouxe prejuízo estimado em R$ 2,5 milhões às empresas transportadoras, conforme a Polícia Civil

A Polícia Civil prendeu, na madrugada deste sábado, um empresário considerado líder de uma organização criminosa que atua no roubo de cargas no Rio Grande do Sul. A prisão foi realizada por agentes do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) com apoio de policiais de Santa Catarina. As informações são da Rádio Gaúcha.

O homem, que não teve o nome divulgado por ainda se tratar de prisão temporária, é apontado pelas investigações como o responsável por coordenar todas as ações da quadrilha. Ele foi preso em um mercado na praia do Campeche (SC).

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Em setembro, oito integrantes do grupo haviam sido presos na primeira fase da denominada Operação Versa. Com eles, foram apreendidos caminhões, armas e munição — também foram recuperados produtos roubados. Foi apreendido um jammer, equipamento usado para bloquear sinal de rastreamento por satélite.

Alguns dos homens, como é o caso do preso neste sábado, atuam como proprietários de mercados. A quadrilha roubava cargas com alimentos e eletrônicos e depois revendia, explica o delegado Gustavo Bermudes Menegazzo da Rocha.

— É uma investigação grande, bastante complexa, que envolve toda a cadeia: o roubo, o armazenamento e a recolocação da carga no mercado. Inclusive, alguns dos investigados, como é o caso desse preso, atuam no ramo. Eles colocavam alguns desses produtos roubados em estabelecimentos próprios — afirma.

Outros dois criminosos da quadrilha seguem foragidos. O homem preso neste sábado será levado ao Presídio Central após prestar depoimento ao Deic. Ele é morador do bairro Bom Jesus e teria fugido para Santa Catarina por causa das investigações. A organização criminosa trouxe um prejuízo estimado em R$ 2,5 milhões às empresas transportadoras, segundo a Polícia Civil.

 
 
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