Terceiro trimestre de 2016 teve falta de trabalho para 22,9 milhões de pessoas no Brasil - Geral - Hora de Santa Catarina

Estatísticas22/11/2016 | 10h43Atualizada em 22/11/2016 | 10h43

Terceiro trimestre de 2016 teve falta de trabalho para 22,9 milhões de pessoas no Brasil

Resultados da Pnad Contínua revela que taxa  era mais baixa há um ano

Estadão Conteúdo
Estadão Conteúdo

O Brasil tem hoje 22,9 milhões de pessoas desempregadas, subocupadas ou inativas, mas com potencial para trabalhar, de acordo com a Pesquisa por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) referente ao terceiro trimestre de 2016. O resultado significa que no período faltou trabalho para todo esse contingente de brasileiros. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa composta da subutilização da força de trabalho — que contabiliza a taxa de desocupação, taxa de desocupação por insuficiência de horas trabalhadas e da força de trabalho potencial — ficou em 21,2% no terceiro trimestre. No segundo trimestre, o resultado foi de 20,9%, alcançando 22,7 milhões de pessoas. No terceiro trimestre de 2015, a taxa era consideravelmente mais baixa: 18,0%.

A maior taxa composta da subutilização da força de trabalho foi observada no Nordeste, de 31,4%, enquanto a menor foi registrada na região Sul, 13,2%. Bahia (34,1%), Piauí (32,6%) e Maranhão (31,9%) e Sergipe (31,9%) foram os estados com as maiores taxas de subutilização da força. Os menores resultados foram observados em Santa Catarina (9,7%), Mato Grosso (13,2%) e Paraná (14,2%).

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