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América Central12/01/2017 | 09h18Atualizada em 12/01/2017 | 09h18

Sete anos depois, Haiti ainda tenta se recuperar de terremoto que devastou o país

Milhares de pessoas ainda estão desabrigadas, vivendo em condições precárias e enfrentando surtos de doenças

Sete anos depois, Haiti ainda tenta se recuperar de terremoto que devastou o país Ivanoh Demers, AP/
Foto: Ivanoh Demers, AP
Agência Brasil
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Mesmo após sete anos da tragédia, o Haiti ainda enfrenta inúmeros problemas causados pelo terremoto que devastou o país em 12 de janeiro de 2010. Milhares de pessoas ainda estão desabrigadas, vivendo em condições precárias e enfrentando surtos de doenças.

Após o sismo de sete graus na escala Richter registrado às 16h53min do dia 12, ao menos 230 mil pessoas morreram, outras 300 mil ficaram feridas e mais de 1,5 milhão de haitianos perderam as suas casas. Desde a capital, Porto Príncipe, até em cidades menores, houve devastação em larga escala.

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Diversas instituições e governos anunciaram que enviariam diversos tipos de ajuda que, mesmo constantes, não foram suficientes para dar condições dignas de vida a todos aqueles que foram afetados pelo tremor.

Uma das instituições que ajuda o povo haitiano há sete anos é a Caritas Italia, entidade gerida pela Igreja Católica, e que divulgou um relatório sobre a pobreza no mundo que tem como foco o Haiti. Segundo a instituição, "até agora foram financiados 250 projetos de solidariedade, num montante de quase 24 milhões de euros e em diversos âmbitos". 

Além de tentar se recuperar do terremoto de 2010, o Haiti enfrentou outra catástrofe climática em 2016. Em outubro, a passagem do furacão Matthew matou mais de mil pessoas e afetou mais de dois milhões, segundo dados das Nações Unidas.

 

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