Reunião entre prefeitura de Florianópolis e sindicato termina sem acordo - Geral - Hora de Santa Catarina

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Greve continua13/02/2017 | 12h26Atualizada em 13/02/2017 | 13h15

Reunião entre prefeitura de Florianópolis e sindicato termina sem acordo

Assembleia dos servidores na tarde desta segunda-feira deve manter paralisação por tempo indeterminado

Diário Catarinense
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A reunião entre a prefeitura de Florianópolis e o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Sintrasem), na manhã desta segunda-feira, terminou sem acordo. Com isso, a assembleia do sindicato durante a tarde deve manter a greve na Capital por tempo indeterminado. A paralisação dos trabalhadores completa 28 dias nesta segunda.

A reunião da manhã durou cerca de 1h40min, ocorreu na sede da prefeitura e contou com a presença de secretários da prefeitura e do presidente do Sintrasem, Alex Santos. Ao fim do encontro, ninguém quis dar entrevista e nem foi permitido fazer fotos da conversa. Os dois lados da negociação apenas confirmaram que não houve avanços.

O futuro da greve será definido na tarde desta segunda-feira em frente à Câmara de Vereadores, onde acontece a primeira sessão ordinária da Legislatura 2017/2020. Em janeiro, quando da votação do "pacotão" de Gean Loureiro (PMDB), as sessões aconteceram de forma extraordinária.

Greve teve início em 16 de janeiro

A greve dos servidores municipais de Florianópolis começou a se desenhar em 11 de janeiro, quando o prefeito Gean apresentou o "pacotão" de 38 projetos de lei que, segundo ele, visa reduzir custos e equilibrar as contas do município. Entre os pontos do pacote que desagradaram os servidores estava o que previa a revogação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) da categoria, que havia sido firmado em 2014. A revogação do PCCS se confirmou em 24 de janeiro, com a matéria sendo aprovada por 12 votos a favor, contra 11 contrários. 

Justiça considera greve ilegal

Na última sexta-feira, a desembargadora Vera Copetti, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), atendeu parcialmente ação da Procuradoria-Geral da prefeitura de Florianópolis e aumentou para R$ 100 mil por dia a multa ao Sintrasem pelo descumprimento da ordem de retorno imediato dos grevistas ao trabalho. A magistrada, porém, negou o pedido de prisão dos diretores do sindicato, que partira da prefeitura. A solicitação ocorreu também em razão do descumprimento de decisões da Justiça.

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