Servidores realizam ato em frente Secretaria de Assistência Social em Florianópolis - Geral - Hora de Santa Catarina

Ato na Capital09/02/2017 | 08h23Atualizada em 09/02/2017 | 22h29

Servidores realizam ato em frente Secretaria de Assistência Social em Florianópolis

Descontentes com as medidas da prefeitura, servidores entram no 24º dia de greve

Servidores realizam ato em frente Secretaria de Assistência Social em Florianópolis Caroline Borges/Agência RBS
Foto: Caroline Borges / Agência RBS

Concentrados em frente à secretaria de Assistência Social desde o início desta manhã, servidores municipais de Florianópolis realizaram mais um protesto contra a  lei que suspendeu plano de carreira dos trabalhadores. Em greve há 24 dia, o grupo também pede a retirada do quadro de ilegalidade da greve, negado também nesta quinta-feira. Pelo menos 50 pessoas participaram do ato. 

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis (Sintrasem), as paralisações nas escolas e creches tem tido apoio de pais e alunos. Na última noite, os professores e funcionários das instituições de ensino realizaram reuniões em algumas escolas. A intenção foi mostrar aos responsáveis as reivindicações dos trabalhadores. 

— A nossa intenção aqui é mostrar para o governo que estamos lutando. Não é só o sindicato, são todos os servidores, pois as decisões estão sendo tomadas após votação em assembleia — afirmou Ana Claudia da Silva, integrante do Sindicato dos Trabalhadores Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis (Sintrasem). 

Nesta quarta-feira, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), negou um pedido do Sintrasem para a reversão da decisão que declarou a ilegalidade da greve na Capital. Com isso, a paralisação segue declarada ilegal pela Justiça.  

Ano letivo começa com escolas fechadas

na Capital, o 1º dia do ano letivo começou com 91% das escolas fechadas. Segundo a Secretaria de Educação, 33 das 36 unidades (91,6%) não funcionaram ontem. Três operaram parcialmente: Lupércio Belamino (Caieira da Barra do Sul), João Gonçalves Pinheiro (Rio Tavares) e Jurerê (no bairro homônimo). Nestas três escolas, ao menos uma turma teve aulas.

Já entre as creches, das 79 da rede municipal, 60 estavam completamente fechadas, o que representa 75,9% do total. Outras 17 tiveram funcionamento parcial. Apenas duas funcionaram normalmente. 

A diarista Cristiane Castanheira, de 39 anos, acompanhada da filha de dois anos, não conseguiu ir para o trabalho, já que não tinha creche para deixar a criança. ela disse que ainda tem dúvidas sobre as razões da paralisação.

— A gente ouviu dos funcionários da creche que eles perderam vários direitos, e também vê o prefeito falando que a prefeitura está sem dinheiro e que até setembro poderia falir. Não tenho conhecimento de cada detalhe, eu só espero que as questões sejam resolvidas — resumiu.

Foto: Betina Humeres / Agencia RBS



Foto: DC

Leia também:

Procuradoria pede prisão dos diretores do Sintrasem em Florianópolis

Prefeitura manda Guarda Municipal apoiar segurança no HU

Confira as últimas notícias do Diário Catarinense

 
 

Siga Hora no Twitter

  • horasc

    horasc

    Hora de SCTécnico do Avaí tem desfalques para enfrentar a Chapecoense https://t.co/aRzZ5k1yJ1 https://t.co/iOFOggOFVxhá 15 horas Retweet
  • horasc

    horasc

    Hora de SCApós cumprir suspensão por doping, zagueiro do Figueirense volta a ficar à disposição https://t.co/Cx7Z2PjkXY https://t.co/15qVWUUOv2há 16 horas Retweet
Hora de Santa Catarina
Busca
clicRBS
Nova busca - outros