Dívida de R$ 40 mil suspende exames em unidades de saúde de Florianópolis - Geral - Hora de Santa Catarina

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Problema nas UPAs11/03/2017 | 12h06Atualizada em 11/03/2017 | 12h06

Dívida de R$ 40 mil suspende exames em unidades de saúde de Florianópolis

Procedimentos terão de ser feitos nos hospitais até que a situação seja resolvida

Diário Catarinense
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Uma dívida de R$ 40 mil suspendeu a realização de exames de sangue e de urina nas duas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) de Florianópolis, no Sul e no Norte da Ilha. Desde a meia-noite deste sábado, os procedimentos estão interrompidos, e a Secretaria de Saúde da Capital orienta que os pacientes que precisarem desse serviço devem procurar os hospitais públicos.

De acordo com o secretário de Saúde, Carlos Alberto Justo, o laboratório que realizava os exames não aceitou renegociar uma dívida que teria sido deixada pela gestão passada. Em entrevista ao Notícia na Manhã, da Rádio CBN Diário, Justo afirmou que mesmo com a promessa da manutenção do pagamento em dia neste ano, a empresa foi irredutível.

— Neste final de semana, não vamos conseguir fazer esses exames das UPAs — afirmou o secretário.

Em nota, a secretaria garantiu que está negociando um convênio com um hospital para regularizar a situação. A partir da próxima semana, a expectativa é de que os exames possam ser realizados no Hospital Universitário. No entanto, ainda não há uma definição sobre como será feita a coleta e o transporte dos exames até as unidades, que, normalmente, estão em uma localização mais próxima à do paciente.

A prefeitura afirma, ainda, que não tem condições de pagar toda a dívida com fornecedores deixada pela administração anterior, porque inviabilizaria o orçamento de 2017 e que os critérios para pagamento estão sendo estabelecidos.

Veja a nota na íntegra:

A Secretaria de Saúde de Florianópolis esclarece que a Prefeitura está negociando um convênio com uma unidade hospitalar para regularizar a situação dos exames para pacientes das UPAs nos próximos dias. Do total de atendimentos nas unidades, uma média de 10% dos casos necessitam desses exames. Esses casos serão referenciados para outras unidades.

O prefeito Gean Loureiro acompanha de perto a situação e ressalta que se a Prefeitura pagar os valores deixados pela a administração anterior com fornecedores, no montante de aproximadamente R$ 200 milhões, inviabiliza financeiramente o município em 2017. Toda a dívida está sendo avaliada e criterios estão sendo estabelecidos para a negociação do pagamento de todos os fornecedores, para que não haja privilégios para qualquer um.

O prefeito vê com estranhamento a atitude do laboratório, cuja dívida se arrasta desde o ano anterior, mas somente agora toma uma atitude que prejudica a população. Neste caso serão tomadas medidas administrativas e criminais pelo não cumprimento do contrato.   

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