O que as cidades catarinenses precisam melhorar para se tornarem mais acolhedoras aos idosos - Geral - Hora de Santa Catarina

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Longevidade07/03/2017 | 17h06Atualizada em 07/03/2017 | 17h06

O que as cidades catarinenses precisam melhorar para se tornarem mais acolhedoras aos idosos

Saiba quais foram os pontos positivos e negativos das cidades de SC segundo o Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade

O que as cidades catarinenses precisam melhorar para se tornarem mais acolhedoras aos idosos Marco Favero/Agencia RBS
Jorge Negri, 70 anos, mora em Florianópolis, a segunda melhor cidade do Brasil para se viver depois dos 60 Foto: Marco Favero / Agencia RBS

O Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade (IDL), divulgado no último domingo, analisou 498 cidades brasileiras a partir de sete indicadores, para determinar quais são os melhores lugares para se viver após os 60 anos. 

Florianópolis ficou em segundo lugar no ranking entre os municípios com maior número de habitantes, mas outras 16 cidades catarinenses tiveram destaque na pesquisa. Saiba quais foram os pontos positivos e negativos de cada uma delas:

Fonte: Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade, do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon e da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas

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