Transplantados enfrentam dificuldade para retirar medicação - Geral - Hora de Santa Catarina

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Saúde20/04/2017 | 09h29Atualizada em 20/04/2017 | 09h29

Transplantados enfrentam dificuldade para retirar medicação

Leitora reclama sobre falta de medicamento na farmácia escola da UFSC

Transplantados enfrentam dificuldade para retirar medicação Arquivo Pessoal/Arquivo Pessoal
Foto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal
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redacao@horasc.com.br

A leitora Aline Botelho Schneider Venson reclama que o pai, Canisios Schneider, não está conseguindo retirar os medicamentos na farmácia escola da UFSC. Segundo ela, os remédios específicos para transplantados estão em falta. O pai havia agendado o atendimento na última segunda-feira, mas recebeu resposta de que o remédio para evitar rejeição do rim transplantado não tinha previsão de ser reposto.

— Será que o rim transplantado dele vai aguentar até o governo resolver fornecer? — questiona a leitora.

Ela também enviou uma foto com uma lista de medicamentos que estão em falta nas farmácias básicas do município.

Solução

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou "que os medicamentos disponibilizados pelo Ministério da Saúde para pacientes transplantados, Everolimo, Sirolimo e Tacrolimo chegaram no almoxarifado da SES no final da semana passada e já começaram a ser disponibilizados para os postos de retirada. O Micofenolato deve chegar nesta segunda quinzena de abril. Os medicamentos adquiridos pela SES, como a Ciclosporina e Atorvastatina, chegaram no início do mês de abril e o restante virá nesta segunda quinzena de abril. O Azatioprina está em falta no fornecedor e a SES está empenhada em resolver esta situação".  

A respeito dos medicamentos da lista, a Secretaria Municipal de Saúde informou que "cerca de 80% dos medicamentos já estão em processo de distribuição para as unidades de saúde". E justifica que o atraso está ocorrendo porque as "empresas contratadas pelos pregões da prefeitura estão atrasando entrega".

A recomendação da prefeitura é que os pacientes, principalmente aqueles que fazem uso de medicamentos controlados e de uso contínuo, procurem as equipes de Saúde da Família para que encontrar alternativas para a continuidade do tratamento até que os medicamentos voltem a ser distribuídos.
"Um novo pregão deve ser publicado nos próximos dias para a contratação de novas empresas que distribuirão medicamentos para o município", explica a secretaria municipal.

Onde cobrar

Reclamações sobre falta de medicamentos podem ser encaminhadas para a Ouvidoria do Estado pelo número 0800-482800 ou no site. No caso das farmácias básicas, o contato é a Ouvidoria Municipal, nos números (48) 3239-1537 e 3239-1569.

 

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