Após fiscalização no Campeche, em Florianópolis, Casan lacra 11 caixas de descarte irregular de esgoto - Geral - Hora de Santa Catarina

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Saneamento11/08/2017 | 09h55Atualizada em 11/08/2017 | 09h55

Após fiscalização no Campeche, em Florianópolis, Casan lacra 11 caixas de descarte irregular de esgoto

Nova blitz contra esgoto clandestino combate irregularidades no Sul da Ilha

Após fiscalização no Campeche, em Florianópolis, Casan lacra 11 caixas de descarte irregular de esgoto Divulgação/PMF
Técnicos verificaram caixas de inspeção e poços de visita de buscando irregularidades Foto: Divulgação / PMF
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A Casan realizou nesta quinta-feira, 10, uma ação de fiscalização das ligações clandestinas à rede de esgoto sanitário do Campeche, em Florianópolis, que ainda não está em funcionamento. Ao todo, 11 caixas de inspeção foram lacradas após serem detectados despejos irregulares de esgoto, além do recolhimento de 24 mil litros de esgoto com o auxílio de um caminhão hidrovácuo.

A equipe ainda detectou uma reincidência de despejo irregular na Rua Iracema das Chagas Pires, onde a Caixa de Inspeção (CI) de imóvel já havia sido lacrada na última ação realizada em abril. Por romper o lacre sem permissão, o usuário será multado com agravante.

Segundo o engenheiro da CASAN Gabriel Pessina, que coordenou a blitz, também foram identificadas ligações irregulares em rede pluvial (água da chuva) cujas procedências não puderam ser verificadas, mas serão denunciadas à Vigilância Sanitária, já que a CASAN não tem poder de polícia. 

Os técnicos, com a ajuda de representantes da SOS Praia Limpa e da Associação de Moradores, ainda distribuíram folhetos informativos aos moradores das ruas visitadas, que incluiu a avenida Campeche e ruas da Capela, Gralha Azul, Florêncio Rocha, Bosque dos Eucaliptos e a servidão Catavento, além da Iracema Chagas Pires.

O Campeche tem 42 quilômetros de rede de coleta implantada em meados da década passada, mas que não estão conectados à Estação de Tratamento, ainda em construção. Além de ilegal, a ligação à rede não operante causa mau cheiro e extravasamento em vias públicas e afeta a balneabilidade das praias e rios.

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