Conheça as batalhas de rima, disputa de rappers que reúne milhares de pessoas na Capital - Geral - Hora de Santa Catarina

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Caderno Nós02/09/2017 | 03h45Atualizada em 02/09/2017 | 03h45

Conheça as batalhas de rima, disputa de rappers que reúne milhares de pessoas na Capital

Movimento hip hop cresce em uma demonstração de resistência da cultura de periferia na região

Ritmo e poesia, vulgo rap (do inglês, rhythm and poetry). Junte o break dance, o grafite, os samplers e scratches e está formada a expressão cultural conhecida como hip hop. Arte em cima de arte, ritmo em cima do ritmo, resistência pela resistência. Esse movimento surgiu no anos 1970 como forma de protesto e lazer nos subúrbios de Nova York (EUA), onde as comunidades mais pobres conviviam com diversos problemas sociais — principalmente racismo, tráfico de drogas e violência. Não é diferente na Grande Florianópolis do século 21. 

Nas comunidades periféricas e marginalizadas, a população carece de oportunidades de renda e trabalho de qualidade e fica à mercê do poder paralelo e do braço forte e mão (pouco) amiga do Estado. Tal qual aconteceu com os imigrantes latinos e afro-descendentes norte-americanos que viviam na maior cidade ocidental 40 anos atrás, o hip hop unificou as diferentes quebradas e bairros da Capital catarinense e apresentou novas perspectivas à juventude pobre — e preta em sua maioria.

— O hip hop são cinco elementos: grafite, DJ, B-boys (break dance), o MC (mestre de cerimônias/rapper) e o conhecimento. Dentro disso, o rap tem que falar da quebrada, da violência policial e do Estado, das mortes silenciadas, das pessoas que não têm voz, do sistema carcerário... Tem que falar do que é a nossa crise cotidiana, que a gente só disfarça — avalia Yara Tatiane Espíndola, vulgo Berra, de 24 anos. 

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Foto: Marco Favero / Diário Catarinense
 

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