Emergência do Hospital Regional de São José só atende pacientes em estado grave devido à superlotação - Geral - Hora de Santa Catarina

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Saúde11/10/2017 | 11h00Atualizada em 11/10/2017 | 11h00

Emergência do Hospital Regional de São José só atende pacientes em estado grave devido à superlotação

Desde terça-feira, a unidade atende o dobro da capacidade

Emergência do Hospital Regional de São José só atende pacientes em estado grave devido à superlotação Felipe Carneiro/Agencia RBS
Foto: Felipe Carneiro / Agencia RBS
Diário Catarinense
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Devido à superlotação, a emergência do Hospital Regional de São José, na Grande Florianópolis, está com atendimento limitado. Desde a terça-feira, a unidade atua de acordo com o protocolo de Manchester, ou seja, classifica e encaminha os pacientes conforme a gravidade da condição de saúde apresentada. Somente aquelas pessoas consideradas em estado grave é que receberão atenção. 

Em "comunicado de superlotação" enviado à Secretaria de Estado da Saúde na tarde de terça-feira, a chefia da emergência do hospital informa que tem 80 pacientes internados na Emergência Geral. "A reanimação está com cinco pacientes, três na semi-intensiva, sendo quatro entubados com todas as saídas de 02 [oxigênio] ocupadas, monitores ocupados e macas ocupadas e corredor superlotado sem macas para receber mais pacientes", detalhou no documento o chefe Fernando Oto dos Santos. 

Ainda conforme o hospital, a situação se mantém pelo menos até quinta-feira, 12, e até lá a população deve procurar outros espaços, tais como o Hospital Celso Ramos. O documento também foi encaminhado ao Corpo de Bombeiros e ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), para que regulem o atendimento. 

A secretaria, por sua vez, reitera que o Hospital Regional de São José não está fechado. Admite, no entanto, a superlotação, já que a capacidade da unidade é de 40 pacientes, e diz que não é possível prever a normalização do atendimento. Como justificativa, a pasta cita o alto número de acidentados, especialmente motoqueiros, e a crise financeira — da Saúde e da população que, segundo a administração, teria abandonado os planos de saúde. 

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