Policial baleado no Mocotó está em observação e suspeitos de efetuar disparos seguem foragidos - Jornal Hora de Santa Catarina - polícia, futebol, entretenimento e notícias da Grande Florianópolis

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Tiroteio no baile funk  19/06/2017 | 18h34Atualizada em 19/06/2017 | 18h50

Policial baleado no Mocotó está em observação e suspeitos de efetuar disparos seguem foragidos

Buscas são feitas desde a madrugada de sábado, quando ocorreu o confronto, não apenas no Mocotó, mas também em outras comunidades do Maciço do Morro da Cruz

Após o fim de semana em que um policial militar foi baleado em troca de tiros em uma via que dá acesso ao Morro do Mocotó, em Florianópolis, a polícia ainda não localizou nem prendeu os suspeitos de efetuarem os disparos que atingiram o jovem PM cujo nome não é divulgado pela corporação por motivos de segurança. Buscas são feitas desde a madrugada de sábado, quando ocorreu o confronto, não apenas no Mocotó, mas também em outras comunidades do Maciço do Morro da Cruz. Atingido por um tiro que perfurou a nádega e a coxa, o policial segue internado em observação no Hospital da Polícia Militar, sem risco de morrer. 

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De acordo com o tenente-coronel Marcelo Pontes, comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar da Capital, a ocorrência começou por volta das 2h25min, quando um Renault Sandero não obedeceu a ordem de parar em uma barreira na Rua Professor Aníbal Nunes Pires, no bairro José Mendes, via que dá acesso ao Morro do Mocotó. Na blitz, havia uma viatura com cinco policiais. Os ocupantes do Sandero não obedeceram a ordem de parada e seguiram em direção ao Mocotó pelo Morro da Queimada, comunidade vizinha cujo acesso terrestre também chega ao Mocotó.

— Já no final da subida da Queimada, eles pararam o carro e saíram correndo. A guarnição foi atrás, eles estavam em dois ou três, e nisso, por trás, de forma covarde, outros caras atiraram contra os policiais. Não foi os integrantes do Sandeiro que atiraram, foi os caras do morro, mesmo — relata Pontes, para dizer que após o tiro, a PM recuou e levou o ferido do hospital.

Pouco tempo depois, com reforço de diversas viaturas e apoio do pelotão tático e do Batalhão de Operações Especiais (Bope), a polícia voltou ao Mocotó atrás dos suspeitos e se deparou com centenas de pessoas que estavam em um baile funk no alto da comunidade. Àquela altura, apesar do movimento intenso nas cercanias do morro, os policiais não sabiam que o baile funk estava rolando, afirma Pontes.

— Quando voltamos com o reforço, já fomos recebido a tiros. Daí, tivemos que dispersar o pessoal do baile funk para poder fazer a incursão, porque tinha bastante gente no baile. Bailes esses que acontecem todo fim de semana em morros do maciço — destaca Pontes.

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