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Furacão14/06/2018 | 07h58Atualizada em 14/06/2018 | 07h58

Figueirense teme reflexo de janela de transferências, e pretende manter todas as peças

Maior receio é com clubes da Série A, que podem buscar na Segunda Divisão por atletas para suprir baixas em planteis

Figueirense teme reflexo de janela de transferências, e pretende manter todas as peças Luiz Henrique/Figueirense
Foto: Luiz Henrique / Figueirense
DC Esportes
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A janela de transferências do futebol europeu causa receio no Figueirense. Mas longe de ser a busca de times de fora por atletas que compõem o elenco que atualmente ocupa a segunda colocação na Série B do Campeonato Brasileiro. Porém, a preocupação alvinegra é para com os reflexos do período de negociação com o exterior.

A situação é a seguinte: os clubes da Série A são os mais visados do Brasil pelo mercado do exterior. Com a negociação de jogadores, os clubes olham para os times de divisões inferiores, diretamente a Série B, para buscar atletas e suprir carências surgidas com a ida de peças ao exterior. Sem contar que o período de Copa do Mundo deve ser utilizado pelos times também para contratação de reforços para suprir necessidades detectadas nos 12 primeiros jogos do Brasileirão.

Um exemplo disso, mas que ocorreu antes da parada na Série A, foi a ida do lateral-esquerdo João Lucas para o Ceará. De acordo com o técnico Milton Cruz, há outras atletas do conjunto do Figueira que despertam interesse. No entanto, a intenção – dele e da diretoria – é manter o grupo de jogadores como está atualmente.

— Ficamos preocupados em perder atletas. Quando montamos a equipe no começo do ano, o plantel seria esse, independente do título Catarinense. Montamos pensando em esquema de jogo e planejamento. É difícil montar e depois perder e ter de buscar jogador. É difícil buscar atletas jovens com o talento que temos. O Claudio (Vernalha, presidente) falou que não sairia ninguém, mas se vier com dinheiro é difícil segurar. Mas acredito que não vai sair. A gente sabe que há equipes atrás de atletas nossos. Teve sondagem do Betinho, do Zé Antônio e outros que receberam, recebi ligações de colegas treinadores – descreveu o comandante alvinegro.

A preocupação de Milton Cruz tem procedência pelo aspecto financeiro. O clube tem tido dificuldades. Tem buscado maneiras de poder receber um investimento vindo do exterior que pode normalizar pendências. No entanto, uma boa proposta pode fazer com que os dirigentes reavaliem a ideia de manter jogadores, e se apenas depender do Figueirense para tal.

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