Operação notifica mais de 30 mercadinhos e supermercados por irregularidades em alvarás em Florianópolis - Polícia - Hora

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Ilha e continente31/08/2016 | 18h20Atualizada em 31/08/2016 | 18h20

Operação notifica mais de 30 mercadinhos e supermercados por irregularidades em alvarás em Florianópolis

Foi dado o prazo de 30 dias para regularização. Caso isso não ocorra, até o final de setembro a polícia começará a interditar os estabelecimentos irregulares

A Polícia Civil, através da delegada Michele Correa, da Delegacia de Jogos e Diversões de Florianópolis, deu sequência à Operação Sarandalhas, deflagrada em fevereiro de 2015 com foco inicial em bares, restaurantes, pousadas, hotéis e motéis. 

Agora, mercearias, minimercados e supermercados da Ilha e do Continente são os alvos desta etapa da operação, cujo alvo são estabelecimentos comerciais que funcionam sem algum tipo de alvará, seja do Corpo de Bombeiros, da Prefeitura da Capital, da Vigilância Sanitária ou da própria Polícia Civil.

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De acordo com a delegada Michele, mais de 30 estabelecimentos foram notificados desde a semana passada na cidade. Entre as irregularidades, as mais comuns são pendências nos alvarás do Corpo de Bombeiros e da Vigilância Sanitária, bem como ausência de alvará da Polícia Civil. 

Aos empresários notificados foi dado o prazo de 30 dias para regularização. Caso isso não ocorra, até o final de setembro a equipe de Jogos e Diversões começará a interditar os estabelecimentos irregulares, como aconteceu em bares, restaurantes e pousadas da cidade no ano passado.

— Notificamos tanto mercearias de bairro como pequenos mercados e algumas grandes redes de supermercado da cidade, na verdade a maioria das grandes redes. Eles têm 30 dias para buscar a regularização, caso contrário os estabelecimentos serão interditados — afirma Michele.

A delegada explica que o alvará da Polícia Civil só é concedido após a empresa possuir em dia os alvarás da prefeitura, dos Bombeiros e da Vigilância Sanitária. Caso algum dos três documentos esteja irregular, ou o proprietário não possua o alvará da Polícia Civil, eles são notificados.

— O grande número de notificações se deve também às falhas de fiscalização dos outros órgãos, que muitas vezes tem o mesmo problema da gente, pouco pessoal para fiscalizar. Assim, os comerciantes relaxam e deixam de manter os alvarás regularizados — avalia.

 

 
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