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Operação02/08/2016 | 15h00Atualizada em 02/08/2016 | 15h41

PM procura fuzil usado em tiro que atingiu prédio do Tribunal de Justiça

Operação no Morro do Mocotó foi motivada após troca de tiros com PMs em junho, quando prédio da justiça acabou sendo atingido.

PM procura fuzil usado em tiro que atingiu prédio do Tribunal de Justiça Felipe Carneiro/Agencia RBS
Foto: Felipe Carneiro / Agencia RBS

A Polícia Militar ainda busca um fuzil que estaria sendo usado por criminosos do Morro do Mocotó, na área Central de Florianópolis, e não foi encontrado na operação da manhã desta terça-feira. Seria essa a arma cujo disparo atingiu uma sala de um desembargador do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, na tarde de 27 de junho.

Foto: Felipe Carneiro / Agencia RBS

O tiro ao prédio da Justiça, localizado nas proximidades do Mocotó, originou a apuração com campanas e relatórios de inteligência da PM que culminaram com a mobilização policial desta terça. Os PMs possuem fotos em que suspeitos estão com armas, entre elas um fuzil. Há fotos também de homens com pistolas e maços de dinheiro.

O Diário Catarinense ainda não conseguiu ouvir os presos da operação nem os seus advogados. Os detidos foram encaminhados à Central de Polícia.

Veja as principais partes da entrevista com o tenente-coronel Marcelo Pontes, o comandante do 4º Batalhão da PM:

Quem é o líder do tráfico preso na operação?
É o Gustavo dos Santos Silva, preso hoje, que teve a prisão temporária decretada. Conseguimos informações relevantes do envolvimento dele com o tráfico e seus comparsas.

Como era o financiamento do tráfico e armas do Mocotó?
A partir da venda de drogas e bailes funks, que estão acontecendo em várias localidades e todos são relacionados à atividade criminosa, geram empoderamento. Eles (criminosos) passam a ostentar poder.

Esse bando preso é o responsável pelo tiro no Tribunal de Justiça?
A informação que apuramos é que sim. O Bruno Scandolara de Matos é quem teria atirado, com o Savio Alexsander da Silva. Eles atiraram contra a guarnição da Polícia Militar e o tiro atingiu o prédio do Tribunal. Essas informações encaminhamos em relatório à Justiça e geraram as buscas e as prisões de hoje.

Ainda falta localizar o fuzil?
Sim. Reviramos o morro e não encontramos, mas ainda estamos atrás. Informações podem ser dadas ao disque-denúncia da PM (0800-48-1717) ou também ao 190.

 
 
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