Policial civil desaparecida é encontrada morta em Balneário Camboriú  - Polícia - Hora

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Investigação07/12/2017 | 20h33Atualizada em 07/12/2017 | 22h26

Policial civil desaparecida é encontrada morta em Balneário Camboriú 

Agente Karla Silva de Sá Lopes, 28 anos, foi vista pelo última vez na quarta-feira

Policial civil desaparecida é encontrada morta em Balneário Camboriú  Divulgação / Divulgação/Divulgação
Foto: Divulgação / Divulgação / Divulgação
Diário Catarinense
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A Polícia Civil confirmou na noite desta quinta-feira que o corpo da agente Karla Silva de Sá Lopes, 28 anos, foi encontrado nesta quinta-feira em Balneário Camboriú. Ela estava desaparecida desde a manhã de quarta-feira após ser vista pela última vez por volta de 7h30min, quando teria saído para caminhar em Itapema, no Litoral Norte. 

As primeiras informações da polícia eram de que o marido da vítima, um policial aposentado, teria confessado o crime quando foi procurado pela Polícia Militar para falar sobre o desaparecimento de Karla. Ele ainda teria se apresentado no batalhão de Itapema nesta quinta-feira e entregue a arma que costumava usar. O corpo da vítima, segundo o policial, foi escondido na Praia de Taquaras e, após o local ser identificado, foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML). 

No entanto, Luiz Eduardo Cleto Righetto, advogado do policial identificado apenas como Fernando, nega que seu cliente tenha matado a própria esposa. O policial esteve na DIC para prestar depoimento na noite desta quinta-feira e deve, por orientação do próprio advogado, passar a noite no batalhão, mesmo não estando preso. Righetto afirmou ainda que as informações de que seu cliente teria confessado o crime e indicado o local onde o corpo estava são falsas.

—Ele não confessa nada, não apontou a localidade até por que ele não sabia. Isso são boatos —disse. 

Ainda conforme o advogado, o policial entregou a arma "de forma voluntária" para passar por perícia. Righetto diz ainda que o policial é considerado suspeito e será indiciado por conta da localização do corpo. O policial estaria, conforme o advogado, tranquilo e negou ter relação com a autoria do crime. 

Karla trabalhava na delegacia de Correia Pinto, a cerca de 30 quilômetros de Lages, na Serra Catarinense. Com a formatura dos novos policiais na Academia de Polícia, ela teve a oportunidade de pedir transferência para a comarca de São João Batista, na Grande Florianópolis. 

Segundo Queiroz, Karla estava feliz com a mudança. Ela já havia visitado a unidade e pretendia se apresentar no dia 11 de dezembro, quando iniciaria os trabalhos na nova cidade.

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