Trote com ameaça de bomba em loja de câmbio assusta pessoas em centro comercial, em Florianópolis - Polícia - Hora

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Susto na Capital06/04/2018 | 17h17Atualizada em 06/04/2018 | 17h27

Trote com ameaça de bomba em loja de câmbio assusta pessoas em centro comercial, em Florianópolis

Assustada, a atendente entrou em pânico e a PM foi chamada ao local, com policiais do esquadrão Cobra, divisão antibombas da corporação. Após varredura que durou 40 minutos, nada nem ninguém suspeito foi encontrado

Trote com ameaça de bomba em loja de câmbio assusta pessoas em centro comercial, em Florianópolis Jair Martins/Arquivo Pessoal
Foto: Jair Martins / Arquivo Pessoal

O que a Polícia Militar (PM) trata como um trote telefônico a uma loja de câmbio localizada no interior do Ceisa Center, em uma esquina da avenida Osmar Cunha, no centro de Florianópolis, assustou pessoas que trabalham, frequentam e circulam o centro comercial inaugurado há 40 anos no coração da Capital. Segundo a PM, uma mulher, atendente na loja de câmbio na parte térrea do edifício, recebeu uma ligação em que o interlocutor dizia que ia explodir o Ceisa com uma bomba. Assustada, a mulher entrou em pânico e a PM foi chamada ao local, com policiais do esquadrão Cobra, divisão antibombas da corporação. Após varredura que durou 40 minutos, nada nem ninguém suspeito foi encontrado.

O caso, ocorrido por volta de 12h30min, gerou uma onda de notícias e informações falsas nas redes sociais e aplicativos de mensagens, dando conta de que haveria um assalto com reféns no Ceisa Center, por onde circulam cerca de 10 mil pessoas diariamente. Funcionário de uma loja vizinha ao câmbio, Jair Rodrigues Martins, afirma que "o susto foi grande", porque até a polícia descobrir que não havia nada, "todos achavam que pudesse estar acontecendo algo de errado". Por volta de 13h40min, quando a reportagem chegou ao local, a loja de câmbio alvo das ligações ameaçadoras estava fechada. Àquela altura, a situação já estava normalizada no Ceisa.

De acordo com a PM, tudo não passou de um mal entendido. A funcionária da loja recebeu a ligação, com ameaças, viu um homem passar falando ao telefone no corredor no exato instante da ligação, e se apavorou. Em estado de choque, a mulher tinha dificuldades até para falar. A polícia, então, conseguiu o telefone do gerente do estabelecimento, para que ele solicitasse a funcionária que abrisse a porta onde havia dinheiro – algo que ela não queria fazer – para que a polícia averiguasse se havia algo ou alguém lá dentro. Em seguida, foi feito um registro policial do ocorrido.

 

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