Funcionário de apart-hotel morto em chacina em Florianópolis será sepultado no RS - Polícia - Hora

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Crime em Canasvieiras07/07/2018 | 10h59Atualizada em 07/07/2018 | 15h08

Funcionário de apart-hotel morto em chacina em Florianópolis será sepultado no RS

A reportagem conversou com Rodrigo Lora, que disse desconhecer qual era a função que o irmão exercia no apart-hotel Venice Beach, palco da chacina que matou cinco pessoas no norte da Ilha

Funcionário de apart-hotel morto em chacina em Florianópolis será sepultado no RS Reprodução/Facebook/Facebook
Ricardo Lora morava há menos de um ano em Florianópolis, segundo seu irmão Foto: Reprodução/Facebook / Facebook

Uma das vítimas da chacina ocorrida na quinta-feira (5) em um apart-hotel do bairro Canasvieiras, em Florianópolis, Ricardo Lora, de 39 anos — conhecido como Alemão — será sepultada na tarde deste sábado em Caxias do Sul, na serra gaúcha. Natural da cidade, Ricardo morava há menos de um ano em Florianópolis, segundo seu irmão, Rodrigo Lora. A expectativa é de que o corpo do homem comece a ser velado por volta do meio-dia, quando o carro que o transporta deve chegar ao município gaúcho. O sepultamento está marcado para às 16h no cemitério São Marcos da Linha Feijó, na área rural de Caxias do Sul.

A reportagem conversou com Rodrigo Lora, que disse desconhecer qual era a função que o irmão exercia no apart-hotel Venice Beach, palco da chacina que matou cinco pessoas no norte da Ilha. Ele contou também que Ricardo tem uma filha de 10 anos e que acredita que o irmão morreu "por estar na hora e no lugar errado"

— Faz menos de um ano que ele estava em Florianópolis. Não sei te dizer exatamente a função dele, mas ele era funcionário do hotel, trabalhava ali. Não tínhamos tanto contato ultimamente por conta da correria do dia a dia. Até onde a gente sabe o único emprego dele em Florianópolis foi nesse hotel. Para a gente, é muito difícil entender o que aconteceu com o Ricardo, estava a trabalho, e se tornou uma vítima disso tudo — disse Rodrigo.

Além do trabalho no apart-hotel, Ricardo aparece no sistema da Receita Federal como sócio-administrador da empresa Hawk Bar, razão social da Arena Spazzio, que também seria de propriedade de Leandro Garcia Lemos e funcionava às margens da SC-401, no bairro Vargem Grande, também no norte da Ilha.

Corpos de integrantes da família Lemos permanecem no IGP

Já os corpos dos integrantes da família Lemos, todos naturais de São Paulo, permanecem no Instituto Geral de Perícias de Florianópolis. São eles Paulo Gaspar Lemos, 77 anos; Kátia Gaspar Lemos, 50 anos; Leandro Gaspar Lemos, 44 anos; e Paulo Gaspar Lemos Junior, 51 anos. Segundo a assessoria de imprensa do IGP, os corpos permanecem no Instituto Médico Legal aguardando chegada da sobrinha de Paulo Gaspar Lemos, que mora no exterior e está vindo para o Brasil para liberar os corpos. 

Carro da família Lemos que tinha sido roubado é encontrado

Carro da família Lemos é encontrado
Foto: Divulgação / Polícia Civil

Na manhã deste sábado, a polícia localizou um Ford Focus que tinha sido roubado do apart-hotel durante a fuga dos autores da chacina. O veículo pertencia a Kátia Gaspar Lemos. Ele foi encontrado abandonado na rua Hermínio José Monteiro, no bairro Ponta das Canas. Em seguida foi levado para a 7ª Delegacia de Polícia, em Cansvieiras, e de lá para o IGP, onde passará por perícia. 

Em nota encaminhada às 15h deste sábado, a polícia informou que agente da Delegacia de Homicídios estão analisando imagens recolhidas de câmeras de monitoramento localizadas na região. 

"A investigação está avançando e, para não prejudicar os trabalhos, outros detalhes serão informados em momento oportuno", diz trecho da nota.


 

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