Suspeito de chefiar facção morre após troca de tiros com a polícia em Tijucas - Polícia - Hora

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Grande Florianópolis04/08/2018 | 08h28Atualizada em 04/08/2018 | 08h28

Suspeito de chefiar facção morre após troca de tiros com a polícia em Tijucas

Três casas foram alvos do mandado que visava descobrir o paradeiro de Walace, considerado pela polícia o indivíduo de maior periculosidade de uma facção catarinense fora dos presídios

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Tijucas, na Grande Florianópolis, registrou a segunda morte em quatro dias decorrente de confronto entre suspeito e polícia. Walace Índio de Farias, conhecido como Mocotó ou Bichinho, de 18 anos, natural de Florianópolis, foi baleado após tiroteio com policiais militares e civis que realizavam cumprimento de mandados de busca e apreensão e de prisão contra ele. O confronto ocorreu na rua Paulo da Silva, no bairro Imacol, por volta de 19h de sexta-feira (3). Três casas foram alvos do mandado que visava descobrir o paradeiro de Walace, considerado pela polícia o indivíduo de maior periculosidade de uma facção catarinense fora dos presídios.

Segundo o boletim de ocorrência (BO) da Polícia Civil, o suspeito não estava em casa quando as equipes chegaram ao seu endereço. Os policiais então iniciaram as buscas e, pouco depois, Walace apareceu em outra casa próxima. Avisado por uma vizinha sobre a presença dos agentes, ele teria fugido e pulado um muro de quatro metros de altura, conforme o BO. Abordado do outro lado, o suspeito, armado de uma pistola 9mm, teria efetuado vários disparos contra um policial que estava no alto do muro. Ainda segundo o BO, outros policiais, no chão, revidaram e acertaram o suspeito, que morreu no local.

A Polícia Civil diz que o homem possuía um extenso histórico de crimes e é suspeito de diversos homicídios na Grande Florianópolis. Ele seria o responsável por executar ordens de ataques a agentes públicos e é apontado como segundo nome no tráfico de drogas no morro do Mocotó, na região central da Capital. De acordo com a Polícia Civil, Walace "estaria aproveitando o vácuo de poder no bairro Jardim Progresso, conhecido como 'Sem Terra', em Tijucas, para tentar dominar o tráfico no local".

 Ao menos nove mortes em confronto em Tijucas neste ano

 Esta morte foi a segunda ocorrida em confronto com a polícia em Tijucas nos últimos quatro dias. Na terça-feira (31), outro homem, conhecido como Monstrinho, morreu após tiroteio com a Polícia Militar na comunidade Jardim Progresso. Ele seria uma liderança no tráfico de drogas da região e o substituto de outro traficante, que também morreu em confronto com a polícia na cidade. Somente em 2018, já ocorreram ao menos nove mortes em confronto com as polícias em Tijucas.

 

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