Esposa de homem morto dentro de casa, em Águas Mornas, ficou amordaçada ao lado da vítima por uma hora - Polícia - Hora

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Crime bárbaro14/09/2018 | 11h03Atualizada em 14/09/2018 | 15h46

Esposa de homem morto dentro de casa, em Águas Mornas, ficou amordaçada ao lado da vítima por uma hora

Anésio Sens, de 58 anos, foi assassinado na noite de quinta-feira

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Os moradores de Águas Mornas, um pacato município da Grande Florianópolis, estão consternados com o assassinato de um homem de 58 anos na noite de quinta-feira, 13. De acordo com a Polícia Civil de Santa Catarina, ao menos trrês indivíduos invadiram a casa de Anésio e Inês Sens por volta das 18h45 e, após o homem reagir ao assalto, efetuaram um disparo fatal em suas costas.

Depois de concluir o assalto, deixaram a esposa da vítima amordaçada. Ela ficou sozinha em casa por quase uma hora ao lado do corpo do marido. O crime causou comoção na cidade e houve grande concentração de moradores na igreja matriz para o velório.  De acordo com o delegado Rodrigo Mayer, da Polícia Civil de Santo Amaro da Imperatriz, onde a investigação está concentrada, não é comum esse tipo de crime em Águas Mornas.

— Estou aqui há dois anos. Nesse tempo, tivemos alguns homicídios e um latrocínio em Santo Amaro (da Imperatriz), mas em Águas Mornas foi a primeira vez. Não é normal,  agente não convive com esse tipo de crime. O que mais tem aqui (Águas Mornas) são furtos e violência doméstica. Por isso, quando acontece esse tipo de coisa a população fica bem chocada — comenta Mayer em entrevista ao repórter Mateus Boaventura, da rádio CBN/Diário.

Segundo depoimento de Inês, os bandidos levaram um veículo Cross Fox, dois televisores, um aparelho de DVD, comida, aparelhos celulares e carteiras. Na manhã desta sexta-feira, 14, segundo a assessoria da Polícia Civil, o carro foi encontrado queimado em São José.

— A vítima (Inês) está em choque e disse que não conseguiu visualizar as feições dos criminosos. Estamos na busca dos autores (do crime) e vamos tentar identificá-los o mais rápido possível — disse o delegado. 

Investigação

O trabalho de perícia não poderá ser realizado no veículo roubado, justamente por ter sido queimado pelos criminosos. Assim, a Polícia Civil de Santa Catarina concentrará seus esforços na perícia da casa onde ocorreu o crime, além da coleta de imagens de câmeras de monitoramento da região.

Paralelamente a esse trabalho, o delegado Rodrigo Mayer afirma que trabalha com duas linhas diferentes de investigação. Uma delas, a "mais forte", está relacionada a um outro roubo que aconteceu na mesma região cerca de 10 dias atrás.

— Causa muita estranheza que, naquela região bem calma, tenham acontecido dois crimes relativamente parecidos em menos de 15 dias — disse o delegado.

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